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20/09/2016 - Texto e a gramática.

Hoje notamos uma preocupação maior quanto à perspectiva de se trabalhar a palavra e a frase descontextualizadas. E vemos que existe uma abertura maior no ensino de língua portuguesa quanto à oralidade, à escrita, à leitura, à gramática e à produção textual. Que todos esses elementos não sejam encarados como meios individuais, mas como unidades que formam um todo.
Escrever não é uma arte, nem um dom, mas uma necessidade de expressar a criatividade e o domínio da informação e das inúmeras leituras realizadas. Há muitos mitos de que escrever é um dom e que é preciso inspiração. Antes de ler os textos com a intenção de corrigir os erros ortográficos, nós professores deveríamos sentir e compreender o sentido do texto escrito e produzido. Percebemos que na maioria das vezes a nossa formação nos conduziu tão somente a nos prender à ortografia quando estamos corrigindo os textos. E até parece que em nossas mentes os textos dos alunos só servem para serem corrigidos. Porém já estamos percebendo avanços, pois nossas práticas em sala de aula estão sendo renovadas. Antes víamos apenas a artificialidade da escrita na escola, uma escrita sem interlocutor. Desde cedo o aluno deveria ser desafiado para a diversidade textual a língua somos nós que fazemos e é preciso usá-la na devidas situações. Falamos através de textos e não por frases isoladas. É preciso tornar vivo o texto. Ele deve ser lido, compreendido, dramatizado, trabalhado e valorizado.
Por fim, como professores de língua portuguesa, saibamos que o texto do aluno não deve ser corrigido de maneira a fazer somente uma limpeza de erros ortográficos, de pontuação e acentuação. É necessário trabalhar o sentido do texto.


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